Maria já não é uma criança e ainda não é uma adulta quando incendeia a película do filme de um jovem e promissor diretor italiano: um drama de câmara que mistura sexo e violência, ao lado de uma estrela americana. Ela alcança a celebridade e se torna uma atriz icônica, sem estar preparada nem para a glória nem para o escândalo…
Heroínas da tela, celebremos a mulher!
17 filmesDia Internacional dos Direitos das Mulheres, 8 de março de 2025
Em comemoração ao Dia Internacional dos Direitos das Mulheres, convidamos você a descobrir um ciclo de filmes que destaca as vozes e os relatos das mulheres através do cinema. Este programa explora uma diversidade de perspectivas, experiências e lutas empreendidas pelas mulheres, seja em âmbito social, político ou pessoal. São filmes que celebram a emancipação, a independência e a resistência das mulheres.
Touda sonha em se tornar uma Cheikha, uma artista tradicional marroquina que canta, sem pudor nem censura, textos de resistência, amor e emancipação, transmitidos de geração em geração. Todas as noites, ela se apresenta em bares de sua pequena cidade do interior, sob o olhar dos homens, enquanto alimenta a esperança de um futuro melhor para si e para o filho. Maltratada e humilhada, ela decide abandonar tudo rumo às luzes de Casablanca…
Halifax, 1863. Uma jovem mulher usando o nome de Lewly chega ao local com o objetivo de achar o tenente Albert Pinson, por quem é obcecada apesar dele ele não lhe corresponder o amor. Na verdade ela é Adèle Hugo, segunda filha de Victor Hugo, o grande escritor francês. Esta situação a deixa em um desespero crescente, ficando perturbada e a levando a um processo de auto-destruição.
Juliette, jovem ilustradora de livros infantis, deixa a cidade para passar alguns dias com sua família: seu pai, tão tímido que só consegue se expressar com piadas, sua mãe, artista plástica que vive intensamente, sua avó querida que está perdendo o controle, e sua irmã, mãe de família sobrecarregada com a rotina. Ela também cruza o caminho de Pollux, um jovem poético e cativante. Nesse caos alegre, memórias e segredos vão à tona.
O filme é um musical feminista. Duas jovens vivem em Paris, em 1962. Pauline (17 anos), estudante, sonha em deixar a família para se tornar cantora. Suzanne (22 anos) cuida de seus dois filhos e enfrenta os dramas do suicídio do pai deles. A vida as separa, e cada uma vive sua própria luta como mulher. Pauline se torna cantora em um grupo militante e itinerante após uma experiência difícil no Irã. Suzanne sai da sua miséria e passa a trabalhar no Planejamento Familiar. Dez anos depois, elas se reencontram durante uma manifestação feminista. No final desta crônica, voltamos a vê-las juntas, novamente, com seus filhos já crescidos.
Delphine Seyrig entrevista vinte e quatro atrizes francesas e americanas sobre suas experiências profissionais como mulheres, seus papéis e suas relações com diretores, cineastas e equipes técnicas. Em 1976, o balanço coletivo é bastante negativo sobre uma profissão que oferece apenas papéis estereotipados e alienantes.
Suzanne tem dezesseis anos. Ela descobre que é difícil amar, mas fácil ir para a cama, até mesmo com homens de quem não gosta. Para ela, o prazer é apenas um meio de não morrer. Vive a vida como um animal selvagem, de minissaia e cabelos despenteados. Com seu olhar duro e seu ar de desafio, ela só expressa sua violência.
Paris, 1896. Sarah Bernhardt está no auge de sua glória. Ícone de sua época e primeira estrela mundial, a atriz é também uma amante livre e moderna, que desafia as convenções. Descubra a mulher por trás da lenda.
Émilie faz um filme para tentar compreender o maior mistério do universo: sua mãe, Meaud. Avó genial, criança quebrada, mãe punk, feminista espontânea, ela fascina tanto quanto angustia. O filme convida a mergulhar numa odisseia íntima, uma viagem intergaláctica pela psique.
Nejma treina intensamente para realizar seu sonho e vencer a próxima corrida camarguesa, uma competição em que se desafiam os touros na arena. Mas, quando a temporada está no auge, desaparecimentos suspeitos preocupam os moradores. Muito rapidamente, o rumor se espalha: uma fera selvagem está à espreita…
Fanny, dezessete anos, vai para um intercâmbio linguístico na Alemanha. Em Leipzig, ela encontra sua correspondente Lena, uma adolescente que sonha em se engajar politicamente. Fanny fica perturbada. Para conquistar Lena, ela inventa uma vida.
A escritora Christine Angot é convidada a Strasbourg por motivos profissionais, cidade onde seu pai viveu até sua morte em 1999. É o lugar onde ela o encontrou pela primeira vez aos treze anos e onde ele começou a abusar dela. Sua esposa e filhos ainda moram lá. Angot pega uma câmera e bate às portas da família.
Mauricette Bonnarien (vinte e sete anos) trabalha como estivadora no porto de Dégrad des Cannes, na Guiana Francesa. O restante do tempo, ela faz slam. Muito complexada com seu sobrenome, imposto a seu antepassado durante a abolição da escravatura, ela luta para concluir um processo de mudança de nome. Chegou a hora de fazer com que as pessoas ao seu redor ouçam seu novo sobrenome.
Argélia, 1516. O pirata Aroudj Barberousse liberta Argel da tirania dos espanhóis e assume o poder sobre o reino. Segundo rumores, ele teria assassinado o rei Salim Toumi, apesar de sua aliança. Contra todas as expectativas, uma mulher vai confrontá-lo: a rainha Zaphira. Entre história e lenda, o percurso desta mulher conta uma luta, transformações pessoais e políticas suportadas pelo bem de Argel.
Nora, la cinquantaine, femme de ménage de son état, veille sur sa petite famille dans une cité des quartiers nord de Marseille. Après une longue période de chômage, un soir de mauvaise inspiration, son fils aîné Ellyes s’est fourvoyé dans le braquage d’une station-service. Incarcéré depuis plusieurs mois, il attend son procès avec un mélange d’espoir et d’inquiétude. Nora fait tout pour lui rendre cette attente la moins insupportable possible…
Janeiro de 1974. Por ter engravidado acidentalmente, Annie, operária e mãe de dois filhos, encontra o Movimento para a Libertação do Aborto e Contracepção (MLAC), que realiza abortos ilegais aos olhos de todos. A luta de Annie a levará a encontrar companheiros de jornada ou opositores...
Alice foge do casulo familiar para participar de uma colagem militante.
Maria
Everybody Loves Touda
A História de Adèle H.
Juliette na primavera
Uma canta, a outra não
Seja Bela e Cala a Boca
Aos Nossos Amores
Sarah Bernhardt, a divina
Mamãe arrasa
Animal
Língua estrangeira
Uma família
Bonnarien
A Última Rainha
Bonne mère
Annie Ira
Je ne suis pas
Ao continuar sua navegação neste site, você aceita a utilização de cookies para melhorar sua experiência.Mais informações
















